segunda-feira, dezembro 31, 2007

Balanço!

Pra frente e prá trás... lá vem o balanço de 2007!

Como disse há alguns, não posso pedir nada mais neste ano.

Reformei parcialmente o apartamento.

Ganhei a Ana Luísa (nosso maior sonho, de longe).

Fizemos um quarto de sonhos para nossa filha.

Virei sócio do escritório (falta ainda comprar o iphone) - meu segundo maior sonho.

Enfim, fui muito além da metas traçadas.

Traçamos novas metas (minha esposa e eu). Algumas por escrito, outras não. As que estão escritas leio diariamente. As demais, divago um pouco.

Dentre as que não estão escritas destaco duas: (i) trocar nossos carros (já velhinhos); e (ii) conseguir um trabalho que garanta satisfação à minha esposa.

Na realidade, não é que o trabalho dela não traga isso. Acho até que traz. O problema são algumas pessoas com quem ela trabalha (seus chamados sócios majoritários). É a estrutura sufocante e contraditória que a chateia (na minha modesta opinião).

Entretanto, ela tem tantas qualidades, mas tantas qualidades, que já tenho por certo o cumprimento dessa meta. E com ela adimplida, o resto é fácil.

E como não poderia deixar de ser, desejo a todos um 2008 tão bom quanto foi meu 2007. Se conseguirem isso, não há muito mais que possam querer!

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sexta-feira, setembro 14, 2007

Tanta coisa...

Tantas novidades:

Férias, último ultra-som da Ana Luísa, reforma terminada, novo artigo publicado...

Putz. E eu só quero saber da minha cama hoje.

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domingo, setembro 02, 2007

Móveis de Faquir

Dezesseis dias de atraso!

Foram necessários exatos 16 (dezesseis) dias, além dos 45 (quarenta e cinco) iniciais, para entregarem os móveis da Ana Luísa. Berço, cômoda, cadeira de amamentação e sofá-cama (bi-cama que se disfarça de sofá).

Quando compramos, lembrei de ficar em dúvida se o sofá-cama viria. Após sentar-me, diante de sua maciez e conforto, a dúvida se desfez (junto com minha conta bancária).

Na chegada, a surpresa: a bi-cama veio sem estofado!! Ou seja, o fator decisivo da compra não estava incluído! Que decepção!

Afinal, quem – em sã consciência – compraria uma bi-cama sem colchão? Ou pior, o que levaria uma pessoa a comprar um berço sem colchão?! Sim, o berço também veio “no osso”. Bom, pelo menos é ortopédico, pensei... Pobre Ana Luísa! Pobres – quase de fato – pais da Ana Luísa!

Lá fomos nós, em busca de um mínimo de conforto para nossa filha e para quem utilizar o quarto. Nem sei para que fui antes em outra loja, se já sabia aonde encontraria os melhores preços. A propósito, faço questão de citar a loja: Bella Colchões: não é bonita, nem grande, mas tem preço, cumpre prazos e oferece produtos de qualidade.

Bom, a partir de quarta-feira minha filha não terá de dormir num berço de faquir. Nem minha sogra, que passará alguns meses na “bi-cama do Cazaquistão”!

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sábado, junho 09, 2007

Vai sujar assim pra lá!

Senti na pele: Reforma é uma merda!

Pois é. O gesso do meu quarto está pronto!!! Sujeira? Por todo lado.

Caramba... ficou bem legal, mas será que a empresa de gesso precisava deixar as paredes imundas? Conclusão: Lá vou eu repintar o quarto.

Putz, não sei aonde eu estava com a cabeça quando resolvi reformar o apartamento, meses antes do nascimento da minha primeira filha, e morando nele. Devo ter sido abduzido em algum momento e, por ordem dos marcianos, aceitei fazer essa experiência.

Acho que vai ficar ótimo quando terminar... mas até terminar... vai tempo (e dinheiro).

Ahhh... e pra piorar meu humor, minha esposa está viajando.

PELAMORDEDEUS... cadê minha bebida?!

J. R. Abraham

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quarta-feira, maio 16, 2007

Reforma!!!

Começou.

Meu antigo armário já se foi. A alegria de ver suas roupas amontoadas em outro quarto e a aventura matinal de tentar encontrar uma peça específica só é comparável ao trânsito de São Paulo em um dia de enchente.

Mas era necessário. Afinal, meu antigo armário praticamente atirava lascas de madeira em qualquer desbravador que tentasse abrí-lo.

Vimos orçamentos que variavam de quatro a trinta e quatro mil. Mas por trinta e quatro mil reais, o armário teria de me vestir e escolher perfeitamente a combinação das roupas. Não era o caso, não comprei.

Hoje definimos o resto do nosso quarto: armário da TV, cortinas, criados mudos (finalmente substituiremos nossas cadeiras da cozinha), gesso, cabeceira e parte elétrica. Tudo definido, é só aguardar os orçamentos.

O quarto da bebê também mereceu nossa atenção.

E eu, que sempre paguei tudo a vista, hoje me vi implorando para a nossa decoradora (e grande amiga) parcelar tudo: “quanto mais vezes melhor”. Até dói!

Enfim, vamos lá.

J. R. Abraham

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